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SEDERSP na mídia: Entidades de classe apontam concorrência desleal

Novamente, o SEDERSP ganhou destaque na mídia. Desta vez, a Revista Valor Setorial, do jornal Valor Econômico, conversou com o presidente da entidade, Fernando Souza, sobre os problemas que os aplicativos vêm causando junto às empresas de entregas rápidas por conta da concorrência desleal.

Em três páginas impressas, a revista abordou o tema, sob o título Aplicativos disputam serviço de moto – ENTIDADES DE CLASSE APONTAM CONCORRÊNCIA DESLEAL DEVIDO AO NÃO PAGAMENTO DE ENCARGOS TRABALHISTAS, o que permite praticar preços mais baixos.

A matéria mostrou as dificuldades do setor, o posicionamento do SEDERSP em relação a esses apps e o que algumas empresas têm feito para manter sua clientela.

O texto inicia com um balanço da entidade patronal sobre o desempenho das empresas formais nos últimos dois anos e como o setor de modo geral se prejudicou após o surgimento dos aplicativos:

 

“ A procura pelos nossos serviços cresceu mais de 20% desde 2015 com a expansão das compras por e-commerce. A demanda aumentou mais no ano passado, com a greve dos Correios. Além disso, cresceu também o número de restaurantes que usam delivery na cidade de São Paulo.

 

Este ano, registramos ainda um aumento de 10% no número de entregas em relação ao ano passado. Mas o nosso trabalho sofre com a concorrência de serviços de transportes por aplicativos, que na verdade são empresas de transporte mascaradas em empresas de tecnologia. Isso é um problema, porque essas empresas de aplicativos pagam os motofretistas por produtividade e não os registram, nem dão seguro de vida, não têm gestão de segurança. Por isso cobram mais barato e praticam uma concorrência desleal” - disse Fernando.

A reportagem também falou com a entidade laboral, que corroborou com a fala do presidente do SEDERSP ao informar que essas empresas de apps em geral “estão explorando o setor sem nenhum compromisso com a categoria, mascarando as relações trabalhistas, deixando de pagar salários, adicional de periculosidade, aluguel da moto, cesta básica e outros benefícios”.

Quem também foi fonte para essa matéria foi a diretora do SEDERSP Herika Mascarenhas, empresária do setor há 18 anos. Ela relatou os recursos que tem utilizado para manter a fidelidade de seus clientes. Herika também falou sobre a concorrência desleal.

 

“Nós temos uma série de compromissos com a contratação de mão de obra, além do pagamento de adicional de periculosidade. Já as empresas de aplicativos trabalham com autônomos, sem registro, sem seguro de vida, sem qualquer responsabilidade social”, disse.